Houve uma forte redução na criação de empregos formais no país em setembro de 2012, informou os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). A instituição é responsável pelo cadastro de empregos com carteira assinada, e segundo ela o saldo do mês passado é de 150.334 empregos criados. Isso representa o pior resultado na criação de empregos formais no Brasil para esse mês desde setembro de 2001.

Segundo o Ministério do Trabalho apesar de ser o pior setembro em criação de empregos em 11 anos, o resultado deve ser visto como positivo, se compararmos com o cenário internacional.

Ainda, segundo o MTE, a desaceleração da criação de empregos formais no mercado de trabalho nacional é apenas o reflexo do conjunto da atividade econômica do país. Considerando que o PIB também está apresentando resultados inferiores do que as primeiras expectativas do governo.

De acordo com as séries históricas do Caged, setembro de 2012 ficou entre os piores resultados nos últimos onze anos para o mesmo período. Em 2003, o segundo pior resultado para setembro em onze anos, a criação de empregos ficou em 167.312, 17.022 empregos melhor do que esse ano. Em 2001, o pior resultado em onze anos, a criação de empregos ficou em 80.028 vagas.

Por Matheus Camargo

Fonte: Estadão

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), de segunda-feira (16/04), apontam que houve um crescimento de 20,6% no número de postos de trabalho em todo o Brasil. O total é comparado a março do ano passado. Em números absolutos, foram registradas 111.746 novas vagas.

No período analisado, houve 1.881.127 admissões contra 1.769.381 demissões. Os dois quesitos avaliados foram recordes para o mês de março.

De acordo com o Caged, esta foi a primeira vez desde julho do ano passado em que foi apresentada a criação de empregos maior do que o mês imediatamente anterior. No entanto, o resultado foi o pior resultado do mês de março desde 2009.

O setor de Serviços foi o que mais contribuiu com o resultado, gerando 83.182 vagas, o que representou 0,53% dos postos de trabalho formais. Já o segundo resultado mais positivo foi na Construção Civil, que registrou 35.935 novas vagas preenchidas.

Nos três primeiros meses deste ano, o resultado da geração de empregos ficou positivo em 1,17%, o que significa 442.608 admissões. No acumulado dos últimos 12 meses,  o crescimento foi de 4,82% ou 1.761.455 postos de trabalho.

Por Matheus Camargo

Fonte: MTE

Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – Caged – divulgado pelo Ministério do Trabalho, o Brasil apresentou significativa elevação no número de postos de trabalho criados em 2010. O crescimento foi observado em todas as Unidades da Federação, tendo alguns municípios se destacado na criação de empregos formais, por apresentarem estatísticas bastante significativas.

Para se ter uma idéia desse fenômeno, somente em São Paulo, que lidera o ranking, foram abertas mais de 262,4 mil oportunidades de trabalho, seguido por Rio de Janeiro (119,3 mil), Belo Horizonte (79,5 mil), Fortaleza (54,6 mil), Recife (46,9 mil), Curitiba (41,3 mil) e Salvador (37,7 mil). Em contrapartida, três municípios apresentaram dados nem tanto animadores: a cidade cearense de Quixerê (2.035 empregos) e as cidades paulistas de Monte Azul Paulista (2.790) e Pirassununga, com pouco mais de 2.300 empregos criados.

Entre as regiões do país como um todo, mereceu destaque a região Sudeste, que gerou 1.276.903 novos empregos formais, tendo o Nordeste ficado em segundo lugar, com mais de 488,5 mil novos postos de trabalho, seguido pelo Sul (444,7 mil), Centro-Oeste (179,2 mil) e Norte (136,2 mil).

Por Alberto Vicente

O mês de agosto fechou com saldo positivo de empregos no país. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgou a criação de mais de 240 mil empregos formais no mês passado. Esses números representam um crescimento de 0,75% em relação a julho, quando foram criados 328 mil empregos.

De janeiro a agosto, o nível de emprego cresceu 2,13% em relação ao semestre anterior, em 2008. De acordo com o Ministério, o total acumulado de agosto do ano passado até agosto de 2009 é de 328.509 vagas criadas. O cenário positivo anima os economistas, que acreditam que os níveis de emprego aumentarão até o mês de dezembro.

Aos poucos, a economia demonstra leve recuperação através de uma mudança gradual no cenário do mercado de trabalho nacional. É o que mostram os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), apontando a criação de 138.402 postos de trabalho com carteira assinada no mês de julho.

Segundo o Caged, no mês passado 1.398.181 trabalhadores formais foram admitidos frente à demissão de 1.259.779. No acumulado do ano, o Ministério do Trabalho divulga um saldo líquido de 437.908 empregos com carteira assinada.

Esses números representam o melhor desempenho do ano, que iniciou com um saldo negativo em mais de 100 mil empregos formais.

Uma postagem só com estatísticas, com dados do Caged, colhidos de janeiro a maio de 2008, mostrando o número de novos postos de trabalho criados nos 25 maiores municípios brasileiros (novos postos significa a diferença entre contratações e demissões). Se te interessar, tem muito mais dados no site do Ministério do Trabalho. No Brasil inteiro, foram 1.051.946 novos postos formais.

25 municípios que mais geraram emprego de janeiro a maio de 2008

  1. São Paulo – 123.117
  2. Rio de Janeiro – 37.867
  3. Belo Horizonte – 29.720
  4. Curitiba – 19.158
  5. Brasília – 15.710
  6. Porto Alegre – 10.459
  7. Salvador – 10.263
  8. Goiânia – 9.882
  9. Campinas (SP) – 9.433
  10. São José dos Campos (SP) – 8.451
  11. São Bernardo do Campo (SP) – 8.365
  12. Manaus – 8.307
  13. Franca (SP) – 8.266
  14. Pontal (SP) – 8.075
  15. Fortaleza (CE) – 7.497
  16. Joinville (SC) – 7.464
  17. Guarulhos (SP) – 7.323
  18. Caxias do Sul (RS) – 7.136
  19. Sertãozinho (SP) – 6.977
  20. Ribeirão Preto (SP) – 6.709
  21. Campo Grande (MS) – 6.668
  22. Santa Cruz do Sul (RS) – 6.434
  23. Sorocaba (SP) – 6.276
  24. Maringá (PR) – 6.128
  25. Natal (RN) – 6.041