É muito fácil ficar de bem consigo mesmo cercado de amigos, viagens e momentos em que se pode escolher aquilo que quer curtir. Entretanto, para a maioria das pessoas a figura muda de cara se abordamos outro assunto: o trabalho.

Quando jovens, procuramos uma profissão apaixonante e que nos dará ótimos momentos, mas ao efetivamente trabalharmos, não é exatamente isso o que acontece. Só que especialistas apontam que, sim, é possível ser feliz no trabalho.

Com isso, o Blog Empregos escolheu alguns pontos fundamentais que vão ajudá-lo a ser feliz também no seu emprego. Preste atenção nas dicas e aproveite para ser feliz!

1. Escolha um trabalho que desperte sua paixão

Fazer o que se gosta não tem preço. E ganhar a vida fazendo isso todos os dias, é algo realmente motivador para um profissional.

2. Defina objetivos que deseja alcançar

E corra atrás deles. Afinal, quando se têm objetivos, sempre temos algo que nos leva em frente.

3. Mantenha foco nos resultados

Isso certamente lhe trará reconhecimento e fará com que você chegue mais sempre longe.

4. Aprenda a lidar com conflitos

Brigas são ruins em qualquer lugar. Trabalhar com alguém que você não suporta e vive em pé de guerra, fará com que o ambiente torne-se ruim todos os dias.

5. Invista sempre em sua carreira

Esteja sempre estudando e aprimorando o seu trabalho. Um profissional que fica estagnado, achando que não tem mais o que aprender, também não terá mais para onde subir profissionalmente.

6. Adote uma postura otimista

Encarar a vida e, principalmente, o trabalho, de maneira otimista, não só facilita tudo o que você faz, como transforma seu dia-a-dia em algo realmente agradável.

Tem cada vez mais brasileiro trabalhando em casa hoje em dia. O número cresce sem parar, já são mais de 200 mil no país todo. E também cresce o número de trabalhadores com carteira assinada. A tendência é que esse tipo de trabalho aumente muito nos próximos anos. Dependendo da área, você pode acabar trabalhando assim.

Certamente todo mundo sonha em, um dia, poder trabalhar de casa. E isso tem sido cada vez mais viável, já que o barateamento das telecomunicações e a evolução da internet estão diminuindo cada vez mais a necessidade de se deslocar para grandes espaços físicos.

Embora nem todo tipo de trabalho possa ser feito em domicílio, para muitos cargos as vantagens do trabalho em casa superam muito as desvantagens. Vamos ver quais são as principais?

Vantagens

Para a empresa

  • aumento de produtividade: o funcionário levanta da cama e já pode ir direto trabalhar. Não há necessidade de tomar banho, trocar de roupa, pegar o carro e enfrentar o trânsito para chegar ao trabalho. É comum que esses preparativos de ida e volta do trabalho cheguem a tomar 2 horas por dia. Além disso, não existe hora do cafezinho nem colega do lado para ficar conversando, o que pode diminuir o tempo gasto em conversas não relacionadas ao trabalho
  • diminuição de custos: o espaço do escritório pode ser menos. Além disso, por utilizar uma estrutura de telecomunicações já existente na casa do funcionário, a conta do telefone e da internet também pode ficar menor.

Para o funcionário

  • aumento do tempo livre: se você trabalha em casa e tem a impressão de que tem mais tempo livre, isso não é ilusão não. É o mesmo caso já explicado lá em cima, você não tem deslocamento de casa para o trabalho e vice-versa. Isso significa que você vai passar mais tempo com sua família, inclusive
  • diminuição de despesas: para começar, seu carro roda menos, o que tem 3 efeitos sobre ele: você gasta menos gasolina, ele se desgasta menos e precisa de menos visitas à oficina e ainda por cima tende a ficar em melhor estado, aumentando o valor para revenda. Além disso, as refeições são feitas em casa, e isso pode impactar significativamente seu orçamento. Também é comum que existam menos gastos com compras de produtos supérfluos, já que a tentação de passar em lojas ao sair do trabalho passa a ser quase nula

Desvantagens

Para a empresa

  • diminuição do controle sobre o funcionário: fica muito mais difícil enxergar o que o funcionário está fazendo. Se a produtividade está baixa porque ele está desperdiçando tempo com distrações domésticas, fica difícil de aferir. Do mesmo modo, também é mais difícil aferir se a carga de trabalho está muito elevada
  • diminuição da interação entre as equipes: funcionários isolados tendem a trocar menos experiências entre si

Para o funcionário

  • dificuldade em manter o foco no trabalho: distrações domésticas, internet e outras tentações podem minar sua produtividade. Isso pode ser problema para pessoas menos disciplinadas ou com famílias maiores, mais barulhentas. O ideal é separar bem o ambiente de trabalho do resto da casa
  • horários: se não existe uma hora específica para estar online, é comum que os horários fiquem bagunçados, com trabalhos durante a madrugada. Também é comum que, por estar presente no ambiente de trabalho o tempo todo, se passe mais tempo trabalhando

Conclusão

Trabalho em casa pode melhorar significativamente o desempenho do funcionário e diminuir significativamente o custo para ambos. Mas tanto o emprego quanto o funcionário tem que ter o perfil certo para que as tarefas sejam todas realizadas.

Para completar, fique com um vídeo do Jornal Nacional que trata exatamente dos artigos que acabamos de discutir aqui:

A companhia acabou de decidir que você será transferido para uma cidade distante. Alegam precisar muito de você por lá e que você não tem escolha. Hora de ficar estressado? Não, mas sim de vislumbrar oportunidades.

Todo e qualquer tipo de mudança na vida de uma pessoa sempre é um pouco traumática, em maior ou  menor grau. Frente a uma transferência, a atitude mais acertada consiste em se preparar do melhor modo possível no campo pessoal e profissional. Conhecer previamente as pessoas com quem você vai trabalhar, providenciar toda a logística de mudança e procura de um local para morar e obter informações úteis sobre sua nova cidade são ações afirmativas no sentido de tornar a transição um pouco mais suave.

Uma transferência não precisa ser uma tragédia. Basta que você se organize e encare esse novo desafio como uma oportunidade de crescimento dentro de sua experiência de vida.

As empresas estão repletas de pessoas que adoram dizer como as coisas devem ser feitas. No entanto, são poucas aquelas que passam da teoria à prática. Na hora de criticarem, elas são as primeiras. Na hora de agir, a coisa já muda de figura.

Como é difícil conviver com os indivíduos que falam mais do que fazem. Eles são mestres em apontar em erros e falhas, mas quando se pede a eles que sugiram possíveis soluções, eles desconversam e fogem. Assim, pessoas que estão mais preocupadas em realizar acabam se sobressaindo. Quem não tem um colega que é de falar pouco, mas que no final das contas sempre aparece com alguma solução criativa?

Comece a analisar se você fala mais ou age mais em seu trabalho. Se o “papo” está vencendo essa competição, é melhor começar a repensar sua postura e trabalhar no sentido de contribuir com algo mais concreto.

Quantas pessoas você conhece que são viciadas em trabalho? Elas simplesmente comem, bebem e respiram trabalho. Enquanto isso, o (a) esposo (a) e os filhos permanecem sempre em segundo plano, sem a devida atenção que tanto merecem.

É inegável que as atividades laborativas constituem uma boa parte da vida de uma pessoa. Mas se elas passam a preencher todo o seu tempo, algo está errado. Nenhum ser humano pode viver isolado. E a referência de qualquer indivíduo, é, em primeiro lugar, o núcleo familiar. É preciso conviver, interagir, fazer parte, saber o máximo possível sobre o que o cônjuge e os filhos pensam, precisam e almejam.

Não coloque sua família em segundo plano em detrimento do trabalho. O tempo passa muito rápido e um dia você pode se dar conta do quanto perdeu em termos pessoais e emocionais agindo dessa maneira.

No ambiente corporativo, tem-se problemas e dificuldades constantemente. Algumas pessoas apenas despejam essas dificuldades sobre seus superiores sem nem sequer refletir previamente sobre como resolvê-las. Os chefes ficam então sobrecarregados com suas próprias funções de coordenação, e mais todos os problemas operacionais trazidos pelos colaboradores.

Certos desajustes simples não precisam necessariamente ser repassados às chefias. Coisas pequenas podem ser analisá-las diretamente pelas pessoas que estão face a face com elas, e caminhos podem ser encontrados. A capacidade de resolução de problemas é exercício diário, e quanto mais se pratica, mais traquejo se adquire.

Poupe seu chefe de problemas menores. Só busque a ajuda dele quando realmente precisar de informações ou orientaçãos que não estejam ao seu alcance.

Por mais que se tenha valorizado uma versão mais humana das relações trabalhistas nas últimas décadas, o que resultou em profundas melhorias nos ambientes de trabalho e numa maior preocupação com qualidade de vida, um termo antigo ainda resiste: recursos humanos.

Pode parecer algo tolo discutir o termo hoje em dia. Estamos já acostumados com a figura do profissional de recursos humanos e com o departamento de RH dentro das empresas. Tanto que não nos damos conta do significado do termo. Pois é, mas já se tentou mudar isso. Na década de 90, vários autores pregaram que Gestão de Pessoas era um termo mais adequado, para se adaptar a um mundo mais moderno, em constantes mudanças, onde o ser humano é valorizado, etc. Mas, pelo menos aqui no Brasil, o termo parece não ter se popularizado.

É bom que se diga que este termo, Gestão de Pessoas, surgiu numa fase um tanto quanto iconoclasta no ambiente corporativo, onde se celebrava o novo, a quebra da hierarquia. Isso também ocorreu numa fase de profundas e irreversíveis mudanças tecnológicas. Enquanto no final dos anos 80, principalmente no Brasil, as empresas mal usavam computadores e os documentos costumavam ser produzidos em máquinas de escrever (eu fiz um curso de datilografia em 1995, meu Deus!), no final dos anos 90 a Internet já dominava a cena e a maioria das empresas já a tinham adotado.

Isso tudo causou uma ruptura das velhas hierarquias. Empresas engessadas, com hierarquias rígidas, estavam tendo dificuldade para se adaptar às novas realidades. Houve uma necessidade de se repensar as estruturas e processos. Foi uma época dura, com suas reengenharias e downsizings. Mas a tônica da época era que a sociedade do conhecimento estava desabrochando e, então, o ser humano seria o centro da empresa.

Pois bem. No entanto, empresas como o McDonald’s continuaram com seus sistemas e processos rígidos, com negócios que podem ser administrados por adolescentes que acabaram de completar o Ensino Médio. Outras empresas desenvolveram sistemas computadorizados que realizam as tarefas de milhares de trabalhadores da década de 1980 a um custo muito menor. A questão é: será mesmo que o ser humano se tornou o centro da atividade produtiva?

Bom, sim e não. Para falar a verdade, o ser humano sempre foi o centro de toda a atividade econômica. Afinal, se montamos empresas para produzir algo, é para ser vendido a alguém. E este alguém é um ser humano, não uma máquina. Um ser humano que deve ter uma renda, seja lá como ele a obtém. A questão toda é o lado da produção. Na produção, há uma tendência mesmo a se enxergar o ser humano como recurso. É então que a definição de “recurso humano” faz todo o sentido. Afinal, a pessoa está ali para produzir, para gerar satisfação do cliente e, por consequência, lucro para a empresa.

Deste modo, sim, é verdade que o ser humano é um recurso para a empresa, seja lá qual for seu grau de importância na hierarquia ou seu grau de formação. Até mesmo o presidente da empresa é um recurso, que serve para gerar retorno para os acionistas. Mas também é verdade que o mercado de trabalho mudou e as pessoas se tornaram, de certa forma, mais importantes. O trabalho braçal e repetitivo tem sido, cada vez mais, substituído por máquinas, que realizam um trabalho melhor em quantidade e qualidade a um custo reduzido. Por consequência, o lucro gerado para as empresas é maior. Como dinheiro parado é sempre dinheiro perdido, estas tendem a reinvestir o lucro em seus negócios (quando não o fazem, algum banco o faz por elas), agora contratando profissionais da era do conhecimento, para desenhar processos e definir novos passos da empresa, visando o crescimento contínuo.

Assim, é bom que o trabalhador não perca nunca de vista o fato de que é um recurso para a empresa. Está lá para gerar lucro para seu empregador. É assim que a banda toca. E, se seu trabalho é algo repetitivo e que poderia ser substituído por uma máquina, é bom se preparar, pois seu emprego está em risco. De qualquer forma, a tendência é de que seu próximo seja menos monótono e pague melhor.

Nota: é bom que se diga que, normalmente, o termo Gestão de Pessoas vem como algo mais envolvido com o negócio da empresa em contraste com o burocrático setor de RH, que cuida de processos de admissão e demissão e folhas de pagamento. A intenção do texto foi discutir o ser humano enquanto recurso humano dentro da empresa.