O profissional de adestramento atua na educação de animais diversos, como o cachorro ou até um pássaro. O profissional faz treinamentos com animais em diversas situações, visando conseguir atingir um controle sobre ele adquirindo um melhor comportamento e respeito.

O objetivo do dono do animal vai definir qual o tipo de adestramento será aplicado, os tipos vão desde adestramentos básicos até treinamentos para cães-policiais ou cães-guias.

Para se tornar um adestrador é preciso ter um perfil que traga como qualidades a responsabilidade, paciência para saber interagir e persistir com animal até que ele aprenda, metodologia, dinamismo, gostar de animais, capacidade de observação, agilidade e organização.

Para se tornar um adestrador não é necessária uma formação acadêmica, mas é necessário aprender as técnicas de adestramento através de cursos que muitas vezes são requisito para se conquistar serviços. Para cada técnica existem cursos específicos que são muito importantes para que o profissional desempenhe suas atividades da melhor maneira possível. 

É preciso conhecer o animal que será adestrado, através de conversas com o dono, e descobrir qual a metodologia será aplicada para que o objetivo seja conquistado.

Nenhum tratamento pode ser executado à base de violência, mas é necessário que se trate bem o animal oferecendo recompensas a cada vez que ele se supera em seu aprendizado, sempre mostrando e exemplificando ao dono os avanços conquistados.

O mercado de trabalho teve um crescimento muito grande e está estável, em uma situação de crescimento lento, mas as perspectivas são de amplo crescimento devido à constante crescente população de animais de estimação e a cada vez maior humanização dos animais que hoje são membros da família.

Como uma criança, se aprende a andar e falar através de estímulos humanos, um animal também recebe esses estímulos através do adestrador.

É importante salientar que o adestrador é uma pessoa autônoma e os valores que são cobrados dependerá do seu nível de preparação e especialização. 

Por Paulo Victor Bragança