Vagas temporárias serão reduzidas em 20% para o fim do ano



  

Queda será influenciada pela crise econômica que o Brasil está atravessando.

Final de ano geralmente é uma oportunidade para quem está desempregado arrumar um emprego, pois cresce o número de vagas de emprego temporário. Além disso, é a época do ano que as pessoas mais gastam, fazendo compras de diversos produtos para dar de presente, ou até mesmo satisfazer necessidade pessoal. Porém, este ano de 2015 está sendo um ano marcado por uma crise que está atingindo todos os setores financeiros, interferindo também nas vagas temporárias que, de acordo com a Associação Brasileira do Trabalho Temporário (Asserttem), poderão ter uma queda de 20%, comparando ao ano de 2014.

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A crise financeira do país, além de reduzir o número de trabalhos temporários, ainda aumenta a concorrência pelas vagas que irão surgir. Isso porque, muitas empresas foram atingidas por uma baixa nos lucros. Com isso, tendo que demitir funcionários, esses que buscarão uma recolocação no mercado de trabalho por meio dos serviços temporários.

Uma pesquisa feita pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostrou que nove em cada dez empresas comerciais e de prestação de serviços não contrataram ainda, nem pretendem contratar temporários neste fim de ano. Essa situação dificulta bastante a situação de quem esperava a época do Natal e férias para voltar a trabalhar. Porém, é uma chance para quem é bom profissional, pois é o momento de substituição de pessoas que não estão dando lucros para as empresas, por outras que podem inovar levando a ganhos financeiros necessários.

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Apesar da crise, é sempre bom procurar atualizar o currículo, se aperfeiçoar por meio de cursos e procurar meios de se tornar alguém que seja um diferencial como futuro contratado.

As empresas, independente da queda econômica, estão mais exigentes nas contratações. Um bom funcionário vale por dois, por isso achar alguém competente é o foco das empresas nesta atual situação.

Por Stephanie Rodrigues do Nascimento



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