Bradesco e HSBC descartam as demissões em massa



  

Bancos garantiram aos sindicatos da categoria que as demissões em massa não serão feitas. Somente depois que os órgãos reguladores autorizarem a união dos bancos é que serão anunciados os cortes que precisarão ser feitos.

Desde que o Bradesco anunciou a aquisição do HSBC, não foram só os clientes deste segundo banco que começaram a ficar preocupados quanto ao futuro de suas contas e investimentos, mas também os funcionários do HSBC, assim como os funcionários do Bradesco, estão preocupados sob a possível demissão em massa por parte de ambos os bancos.

Mas tanto o Bradesco quanto o HSBC garantiram aos sindicatos da categoria que as demissões em massa não serão feitas, mas o temor ainda continua, tanto é que o Fetec-CUT – federação da categoria no Paraná e também a Contraf-CUT – Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, reuniram-se nesta quinta-feira (06) com a direção dos dois bancos para que pudessem ter uma garantia de que os empregos, assim como os direitos dos funcionários, seriam mantidos.

Mas ainda poderá demorar meses até que a aprovação da venda do HSBC para o banco Bradesco seja feita, mas desde já, o Bradesco e o HSBC confirmaram a disposição para o diálogo, de ambas as instituições, com os sindicatos.

Ambos os bancos garantiram que irão trabalhar com total transparência em relação à questão das demissões e que os sindicatos poderão ficar tranquilos quanto a isso.

Juvandia Moreira, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, informou que após a reunião com a direção do Bradesco e do HSBC, ficou mais tranquila, mas que o sindicato continuará atento a todos os processos que estão por vir e às demissões que começarão a ser feitas em breve, resultante da fusão que será feita entre os bancos.





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Como forma de evitar a demissão em massa, os sindicatos já tinham começado a recolher em todo o Brasil assinaturas para uma eventual demissão em massa, mas espera não ser preciso utilizar este recurso.

São mais de 20 mil trabalhadores do HSBC que estão correndo o risco de serem demitidos em todo o país e o sindicato está atento a esta questão.

Ainda é cedo para dizer quantos funcionários serão demitidos, pois somente depois que os órgãos reguladores autorizarem a união dos bancos é que serão anunciados, por parte do Bradesco, os cortes que precisarão ser feitos.

Por Russel



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