Ensinamentos da fábula Cigarra e Formiga para o mercado de trabalho atual



  

Em sua vida de trabalho, como você se consideraria, uma formiga ou uma cigarra? Quem já ouviu a célebre fábula da cigarra e da formiga narrada por La Fontaine, que dizia que cigarras e formigas trabalham em times opostos, deve saber o quanto ela se encaixa na nossa vida. Na verdade, as duas espécies se odiavam por serem exemplos de fraqueza alheia.

A cigarra, apesar de gostar do que fazia, não tinha senso de profissionalismo para garantir a ela uma sobrevivência digna, era gananciosa acima de tudo. Já a formiga trabalhava sol a sol e encontrava na dificuldade, uma oportunidade de mostrar sua excelência, mesmo vivendo sobrecarregada de trabalho e trabalhando sem parar um segundo. No entanto, mesmo com diferenças, as duas tinham algo incomum: as frustrações.

Essa fábula na verdade se torna uma metáfora se pararmos para pensar na forma que agimos com as nossas emoções quando precisamos lidar com nosso profissionalismo no trabalho. Independente de termos um estilo parecido com o da cigarra ou o da formiga, temos que aprender a articular nosso prazer de trabalhar ao profissionalismo. Um exemplo disso seria os profissionais que sentem inveja do sucesso alheio. Esquecem-se de que quem tem profissionalismo não precisa sentir inveja, pois aprendem com o outro.

É preciso criar uma nova geração de profissionais, onde formigas e cigarras convivam harmonicamente, para que ambas não convivam somente profissionalmente, mas que sejam profissionais também. Enquanto uma carrega as folhas, a outra trabalha na transformação e resignificação do trabalho.





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Na nossa sociedade, por exemplo, uns dos problemas mais comuns são empresários e executivos bem sucedidos, as formigas, terem inveja das cigarras, trabalhadores disciplinados, que ganham pouco, mas curtem a vida e o que ela tem de bom a oferecer, sem pressões ou frustrações. Mas, por lado, existem também as cigarras que têm inveja das formigas por poderem desfrutar do que elas desfrutam, já que subiram de vida batalhando. O melhor que essas pessoas têm a fazer é integrar competência com habilidade e dar o melhor de si, não para competir, mas para se superar cada vez mais.

Por Daniela Almeida da Silva



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